Lei de quem?
Antes de começar o post, é importante comentar que eu sou virginiana. Para quem não sabe nada de astrologia, virginianos são organizados, críticos, racionais, certinhos, caretas. E raramente obedecem a impulsos. Pelo menos eu.
Vamos à história.
Hoje era o grande dia D: o dia em que ele chegava. Passei a semana ansiosa, pensando no momento do reencontro. Como o vôo dele chegava no fim da tarde e eu trabalho longe pra dedéu, já tínhamos combinado que ele iria tomar um táxi para o hotel.
Mas hoje acordei inspirada. Passei o dia rindo à toa, falando alto e segurando ímpetos de sair pela empresa sapateando. Na hora do almoço resolvi que tinha que ir no aeroporto busca-lo. Pô, tive o momento triste da despedida, mereço também o feliz do reencontro!! Ainda mais fazendo uma surpresa pra quem esperava pegar um gelado motorista Guarucopp.
Esperei o melhor momento para abordar meu chefe, abri o jogo e pedi pra sair mais cedo. A resposta:
- Claro que pode, é por um bom motivo!
Dez pontos para o chefe.
Toda hora entrava no site da Infraero para checar o horário do vôo, previsto para chegar Às 17h. Qual não foi minha surpresa às 16h ao ver que o maldito estava adiantado??? Dizia lá no site, 16h35.
Com toda essa crise aérea e vôos atrasados no país inteiro, o único vôo que eu precisava que atrasasse estava ADIANTADO??
Peguei minha bolsa, expliquei a situação pro compreensivo chefe e saí correndo. Fui a 130km por hora na Anchieta, tentando fazer o milagre de checar em Guarulhos às 17h30 – tempo que eu imaginava ser suficiente até imigração, bagagens, etc.
Meu iPod estava no shuffle, e de repente entrou a música do Chiclete, mais própria impossível:
“Eu vou voar atrás desse amor!”
Pisando fundo, segui meu caminho. Às 16h50 resolvi ligar no celular dele para ver se ainda estava desligado e se aquilo não passava de uma pegadinha. Ele atendeu, todo feliz:
- Já estou passando a imigração! O vôo chegou mais cedo, acredita? E o avião tava vazio, vim sentado em 3 cadeiras e não tem quase ninguém na minha frente!!!
Tentando fortemente ignorar a alegria dele e ainda mais reprimir a minha raiva, ao invés de virar na rua que me levaria à Guarulhos, segui reto em direção a minha casa.
Vamos à história.
Hoje era o grande dia D: o dia em que ele chegava. Passei a semana ansiosa, pensando no momento do reencontro. Como o vôo dele chegava no fim da tarde e eu trabalho longe pra dedéu, já tínhamos combinado que ele iria tomar um táxi para o hotel.
Mas hoje acordei inspirada. Passei o dia rindo à toa, falando alto e segurando ímpetos de sair pela empresa sapateando. Na hora do almoço resolvi que tinha que ir no aeroporto busca-lo. Pô, tive o momento triste da despedida, mereço também o feliz do reencontro!! Ainda mais fazendo uma surpresa pra quem esperava pegar um gelado motorista Guarucopp.
Esperei o melhor momento para abordar meu chefe, abri o jogo e pedi pra sair mais cedo. A resposta:
- Claro que pode, é por um bom motivo!
Dez pontos para o chefe.
Toda hora entrava no site da Infraero para checar o horário do vôo, previsto para chegar Às 17h. Qual não foi minha surpresa às 16h ao ver que o maldito estava adiantado??? Dizia lá no site, 16h35.
Com toda essa crise aérea e vôos atrasados no país inteiro, o único vôo que eu precisava que atrasasse estava ADIANTADO??
Peguei minha bolsa, expliquei a situação pro compreensivo chefe e saí correndo. Fui a 130km por hora na Anchieta, tentando fazer o milagre de checar em Guarulhos às 17h30 – tempo que eu imaginava ser suficiente até imigração, bagagens, etc.
Meu iPod estava no shuffle, e de repente entrou a música do Chiclete, mais própria impossível:
“Eu vou voar atrás desse amor!”
Pisando fundo, segui meu caminho. Às 16h50 resolvi ligar no celular dele para ver se ainda estava desligado e se aquilo não passava de uma pegadinha. Ele atendeu, todo feliz:
- Já estou passando a imigração! O vôo chegou mais cedo, acredita? E o avião tava vazio, vim sentado em 3 cadeiras e não tem quase ninguém na minha frente!!!
Tentando fortemente ignorar a alegria dele e ainda mais reprimir a minha raiva, ao invés de virar na rua que me levaria à Guarulhos, segui reto em direção a minha casa.
A partir de agora opto por ignorar totalmente a Lei de Murphy. Ele não pode controlar a minha vida dessa maneira.
Murphy?? Que Murphy??
