Sexta-feira, Junho 30, 2006

Corrida contra o tempo

Recebi o convite do casamento com antecedência. Tinha tempo suficiente para me programar, comprar o presente, escolher a roupa e os acessórios.

Casamento à noite, com cerimônia na igreja seguida de festa. Como não sou madrinha, não precisava ir de longo. Tinha comprado há alguns meses um vestido perfeito para a ocasião, e usaria uma pashimina para me proteger vento gelado do começo de julho.

Que imprevistos acontecem, não é novidade. O problema é que ninguém sabe quando eles irão aparecer. Foram eles:

1) Poucas semanas antes do casamento, passei de mera convidada à nova namorada do irmão caçula da noiva, minha amiga. Com a mudança do status, teria que dar um upgrade na produção, afinal de contas era uma ocasião especial e eu conheceria toda a família.
2) Óbvio que o clima em julho é mais frio que em junho. Só que eu não esperava que uma queda drástica na temperatura fosse arruinar meus planos de usar o vestido curto de alcinhas com sandália. Nem a pashimina seria capaz de amenizar o frio cortante de 10 graus.
3) Às vésperas do casamento, descobri que os padrinhos usariam meio fraque. Mais um motivo para procurar outro vestido.

E lá fui eu para o shopping. Entrei em todas as lojas que pudessem vender qualquer roupa de festa. Se comprar vestido já é difícil, imagine com a pressão do curto prazo e a liquidação das lojas que já começaram a esgotar os estoques...

Encontrei uma boa opção, mas ainda não está completa. E a maratona continua...

Desilusão

Lembram daquele vestido que eu tanto desejei no começo do ano e não comprei? Estava com 50% de desconto, o que melhorava muito a situação, mas ainda não o suficiente. Não comprei.

E acho que o vendedor é um dos grandes responsáveis pela diminuição da minha paixão pelo vestido, porque enquanto eu olhava no espelho e andava pela loja para decidir se comprava ou não, ele começou a falar:

- Esse vestido tem uma proposta muito interessante, né?
- A-hã.
- Ele é super chique, o conceito é bem legal...
- É...
- Ele é, tipo assim, especial. É uma peça super plausível.

Plausível?? O que diabos é um vestido plausível?? Parece que os vendedores usam cada vez mais os argumentos mais estranhos para te convencer a comprar uma peça. Saí de lá irritada e sem vestido.

Esse comentário me marcou. O que passou na cabeça do sujeito para ele falar isso? Fui buscar a resposta no Houaiss:

Plausível: 1. que merece aplauso ou aprovação; louvável. 2. que se pode admitir, aceitar.

Não é que ele estava certo? Resta saber se ele tinha consciência disso ou não...

Quarta-feira, Junho 28, 2006

Escalação da seleção brasileira

Recebi por e-mail, achei sensacional!

Para auxiliar os gringos na hora de pronunciar o nome dos nossos jogadores:

1 - Did are
2 - Car full
3 - look see you
4 - who one
5 - when mear son
6 - who bear to car loss
7 - add dream an no
8 - car car
9 - Who now do ( Few now mem no )
10 - Who now dream you gay you show
11 - Zero bear to
12 - who jerry scene
13 - see seen you
14 - Crisis
15 - lowis on
16 - G you bear to
17 - June in you
18 - Mean arrow
19 - G you bear to silver
20 - Rich are dream you
21 - Fried
22 - July seissor
23 - Who bean You

Sexta-feira, Junho 23, 2006

É meu amigo!!

Cyber Lions Winners 2006

Type of entry: Other Interactive Communication Tools
Category: Viral Marketing: Email Marketing
Title: DOG
Advertiser: MITSUBISHI MOTORS BRASIL
Product or Service: MITSUBISHI ECLIPSE 2006
Advertising Agency, City: LOV - A NOVA GERACAO, Sao Paulo
Country: BRAZIL
Interactive Creative Director: André Piva
Art Director: Leonardo Giannetti
Copywriter: André Piva
Interactive Designer: Luciano Tasso
Technical Director: Marcio Quartilho
Account Supervisor: Renata Souza Ramos
Producer: Vagner Monteiro
Other Credits: André Lima

Prêmio merecido!! Vai lá ver:

http://www.lov.com.br/ulala/dog/email.html

Quarta-feira, Junho 21, 2006

Algumas pessoas aparentam ser tão confiantes e independentes, que dão a impressão de que nada pode atingí-las.

Pessoas fortes têm atitude, iniciativa e determinação, mas nem sempre têm coragem e segurança. Às vezes agem por impulso, por sentirem necessidade de resolver problemas e por não conseguirem esperar que outros entrem em ação.

Pessoas fortes também têm que lidar com imprevistos, mas a diferença é que escondem seus pontos fracos e não sabem como pedir ajuda. Por medo, por orgulho ou por puro costume, passam a imagem da segurança e não demonstram suas dificuldades ou limitações.

Como todo mundo, pessoas fortes têm seus momentos de fraqueza. Também choram, se sentem impotentes, carentes, incompetentes. Ao contrário do que aparentam, não são auto-suficientes. Às vezes precisam de alguém para resolver algum problema, ou simplesmente para escutar um desabafo.

Mas nem sempre as pessoas contam seus problemas buscando uma solução. Às vezes, só querem poder conversar com um amigo que esteja disposto a ouvir seus problemas, mesmo que pela milésima vez.

Nem sempre as pessoas querem ouvir a verdade. Sim, é fato, a partir do momento que divide suas angústias com alguém, corre o risco de ouvir uma verdade.

Mas a verdade dói.

E, às vezes, a verdade é simplesmente a última coisa que você precisa.

O papel de um amigo não é adivinhar que tipo de ajuda você precisa receber em determinado momento. Não dá para exigir isso, ninguém tem bola de cristal.

Não existe regra, ou receita pronta. Cada caso é um caso e cada pessoa é de um jeito.

Amigo às vezes dá mancada, pisa na bola e te decepciona. Mas sabe pedir desculpas, assumir um erro e tem liberdade para dizer que não gostou de alguma coisa.

Não existe perfeição. O que existe é carinho, respeito, compreensão e sinceridade.

O que vale mesmo não é fazer tudo certo sempre, mas tentar corrigir o que saiu errado. E, quem sabe, da próxima vez que ouvir um desabafo, tentar entender o que o outro precisa.

Porque de vez em quando, a gente só precisa de colo.

Terça-feira, Junho 13, 2006

De repente…

Você sofre uma decepção e resolve entrar na toca, dar um tempo, curtir o bode. Recusa convites, não agita mais programas e só sai quando é extremamente necessário. É dominada por uma preguiça e por uma síndrome do bicho do mato e resolve respeitar essa fase e obedecer as necessidades. No caso, de ficar em casa, no sofá, com cobertor, tomando capuccino e vendo todos os seriados e filmes que passam na TV.

Não está deprimida, mas ao mesmo tempo não tem a empolgação usual, a animação que está sempre presente. Aceita isso, mas nem todo mundo entende. Enfim...

E então você está nessa fase caseira, tranqüila e econômica, quando tudo muda. De repente ele entra na sua vida, cheio de atitude, sem medo de ser feliz, e, principalmente, querendo te fazer feliz. No começo, você fica meio receosa, mas resolve deixar rolar.

Aos poucos, ele vai entrando. Desperta sentimentos que estavam esquecidos e que você achava que não iam aparecer tão cedo.

Você se surpreende e vê que a vida é mesmo muito louca. Que as coisas mudam muito rápido, e que nada é definitivo.

Você percebe que as conseqüências da sua decepção não foram tão graves quanto você imaginava.

Sua intuição diz para você seguir em frente. Afinal de contas, não foi por acaso que essa pessoa entrou na sua vida, num momento em que você estava tão desiludida.

Você decide dar uma chance. Uma chance pra ele, uma chance pra você.

Segunda-feira, Junho 12, 2006

Como dizia o poeta...

Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não

Vinícius de Morais