Segunda-feira, Outubro 31, 2005

Smashing Pumpkins



Em homenagem ao Dia das Bruxas, Smashing Pumpkins:

Today is the greatest
Day I ’ve ever kown
Can’t live for tomorrow
Tomorrow’s much too long
I burn my eyes out
Before I get out

I wanted more
Than life could ever grant
Bored by the chore
Of saving face

Today is the greatest
Day I have ever known
Can’t wait for tomorrow
I might not have that long
I’ll tear my heart out
Before I get out

Pink ribbon scars
That never forget
I’ve tried so hard
To cleanse these regrets
My angel wings
Were bruised and restrained
My belly stings

Today is
Today is
Today is
The greatest day
That I have ever known

I want to turn you on
I want to turn you round
I want to turn you on
I want to turn you

Today is the greatest
Today is the greatest day
Today is the greatest day
That I have ever known

Sexta-feira, Outubro 28, 2005

Mundo paralelo

Tive uma semana bem atípica e agitada. Muitas risadas, algumas experiências novas e uma única conclusão.

Na segunda, vernissage de um amigo seguida de jantar. Na terça fui em uma festa irada, aquela da garrafinha de coca-cola ali no outro post. Open bar. Nem preciso falar mais nada né? Quem viu, viu.

Quarta tive que começar um jejum alcoólico de três dias para fazer uns exames no sábado. Pensei comigo: não vou sair mais. Mas aí apareceu uma despedida num bar para teoricamente dar “só uma passadinha”. Não muito tempo depois me vi arrastada até o Na Mata. Ok, ninguém me obrigou. Fui porque quis mas eu não bebi. Mesmo cansada da noite anterior, me diverti por que a banda era muito engraçada (“Please don’t goooo”) e eu ri muito, mas fui embora cedo.

Amanheceu quinta-feira. E logo os programas começaram a surgir. Três na mesma noite. Um jantar rápido, um pit-stop na casa de um amigo e uma festinha no Jockey. Tudo sem álcool. O Gianecchini estava na mesa do lado durante o jantar. Pronto: distração suficiente para não beber. Fiquei 10 minutos na casa do amigo e todos estavam bebendo vinho. Não fiquei com vontade. Vinho e balada não combinam. Vinho é um acompanhamento perfeito para tudo. Menos para balada. Última parada: Mercearia.

A festa estava legal. Tinha um pessoal conhecido, a banda era boa e eu estava com duas amigas engraçadas, que obviamente estavam bebendo. Dancei, ri, cantei e tomei água e soda light (para fingir que tinha vodka). Eu estava me divertindo. Mas aí o tempo foi passando e eu comecei a perceber coisas. Meio difícil explicar. Continuei me divertindo, firme e forte na resolução de NÃO BEBER. Uma vozinha na minha cabeça gritava “Stay away from the bar!!!!!” sempre que eu começava a ficar com vontade.

O tempo passava mais e as pessoas ficavam mais bêbadas. E eu, com toda minha sobriedade, comecei a achar tudo meio deprimente, as pessoas decadentes e meio babacas.

Sobrevivi. Em alguns momentos o bode tentava se instalar, mas eu não deixava. Em outros, tive que expulsar o mau humor e domar a agressividade (minha e de outros), principalmente durante o longo tempo que passei na fila.

Valeu a experiência, mas a conclusão é uma só: ir pra balada sóbria é como morar numa bolha!!

A vaca vitoriosa

Eu adoro a cow parade! Eu acho que a exposição é divertida, espirituosa, dá destaque para artistas ainda desconhecidos e ainda por cima contribui para projetos de responsabilidade social.

Não cheguei a fazer o circuito, mas como elas estão por todos os lados na cidade, já vi várias. Tenho até algumas favoritas! Uma delas fica na Praça Vila Boin. Todo dia quando saía para trabalhar eu olhava a vaquinha e sorria.

Um belo dia fiz a curva da praça e vi que tinham jogado um balde de tinta vermelha na vaca!! Fiquei indignada. Quem poderia ser tão espírito de porco a ponto de fazer uma coisa dessas? Não sou uma grande entendedora de arte, e acho que todo mundo tem direito de expressar sua opinião. Críticas são bem-vindas, mas até aí cometer um ato de vandalismo no trabalho de um artista já é demais...

A vaca era branca com estrelinhas roxas e vermelhas e ficou parecendo manchada de sangue. Me vieram as imagens de uma tourada que eu vi na Espanha. Terrível. Achei aquilo muito agressivo...

Isso aconteceu há algumas semanas, e todos os dias eu passava por lá e nada da vaca... Do espaço que ela ocupava só sobrou o sangue jorrado no chão. E eu pensava “será que ela vai voltar um dia?”.

E hoje ela voltou! Branquinha, limpinha, com todas as estrelas lá, mais brilhantes do que nunca! Por cima da mancha de sangue está a vaca Pibous. Uma vaca que venceu a revolta de pessoas que não sabem apreciar ou pelo menos respeitar uma proposta diferente... Eu não podia ter tido inspiração melhor para começar a minha sexta-feira.

http://saopaulopt.cowparade.com/

Quinta-feira, Outubro 27, 2005

A invasão das borboletas



Milhares de borboletas estão voando dentro de mim.
Não que eu não goste da sensação... mas será que dá pra parar pra eu poder trabalhar?

Quarta-feira, Outubro 26, 2005

The Leading Edge Night




Mais uma festa que eu não vou esquecer.

Como é que alguém trabalha depois de uma festa dessas em plena terça? Haja coca-cola...

Tempestade


Hoje o tempo ficou assim aqui na hora do almoço. No momento que pus os pés pra fora do prédio, tive aquela sensação ruim que antecede uma tempestade.

Primeiro escureceu. Depois começou a ventar. Muito. As nuvens pretas voavam baixo e os clarões dos raios iluminavam tudo. Os trovões faziam a fábrica tremer. E logo começou a chover. Só que não chovia de cima pra baixo, chovia de lado. Era um mix de "O dia depois de amanhã", com "Guerra dos Mundos" e "Independence Day".

Achei que ia ficar ilhada no restaurante. Já estava sonhando com a possibilidade de não ter que voltar pra minha mesa. Mas assim que abri a porta vi o sol brilhando lá fora e pensei:

"Hoje realmente não é o meu dia".

again



vai começar tudo de novo...

Terça-feira, Outubro 25, 2005

O padeiro

Moro há 5 anos no mesmo bairro. Desde que mudei pra São Paulo, freqüento a mesma padaria e já sou conhecida do pessoal lá.

Num sábado de manhã fui comprar uns pãezinhos e o padeiro puxou papo, queria saber o que eu fazia, como eu chamava, onde estudava... Como ele é um senhor muito simpático, conversei com ele por um tempo achando que não se passava de uma conversa inocente. Me enganei. Ele estava cheio de intenções e, antes que eu pudesse fugir, arrastou o filho dele para a frente do balcão, nos apresentou e listou tudo o que tínhamos em comum (que sinceramente não sei o que poderia ser, além da idade e do desconforto que os dois estávamos sentindo naquele momento).

Achei graça. O tal filho até era bonitinho, mas a situação era muito estranha. Durante os finais de semana seguintes, continuei buscando meu pãozinho de manhã e o menino continuava lá, todo sem graça, tendo que lidar com o pai cupido. Nem imagino o que ele falava para o velho quando eu pisava fora da padaria...

Um belo dia, voltando de uma festa daquelas, eu e um amigo que morava perto de casa resolvemos parar na padaria para tomar café. Eram mais ou menos 10 horas da manhã e eu, depois de dançar a noite inteira, estava com aquela maquiagem derretida, o cabelo murcho e aquela cara de caí-na-balada-e-tomei-todas. Entrei na frente e, logo que me viu, o menino sorriu. Mas assim que meu amigo apareceu de trás da máquina de suco, a feição do padeirinho mudou. A decepção era visível. Acho que ele não quis nem me atender. E eu confesso que estava com vergonha... me senti uma adúltera! Onde já se viu, chegar nesse estado na padaria às 10 horas da manhã??

Fiz meu amigo engolir o croissant dele rapidinho e fomos embora. Fiquei muito sem graça e pensei nisso a semana inteira. Depois do ocorrido, nunca mais vi o menino. Só o pai.

Isso aconteceu há dois anos, e eu continuei freqüentando a padaria nos finais de semana. Confesso que não tinha mais tanta graça. Por mais esquisita que fosse aquela situação, eu me divertia.

Hoje tive que passar lá antes do trabalho e encontrei o pai na calçada. E depois de muito tempo, ele resolveu puxar papo. “O que faz? Já se formou? É mesmo, trabalha em São Bernardo?”. E em seguida já emendou um “meu filho está trabalhando bla bla bla bla, e vai pra França apresentar um projeto bla bla bla, vou falar para ele te visitar no seu trabalho”.

Dá pra acreditar??

Segunda-feira, Outubro 24, 2005

pinguim



Simpático, não?

Medo

Esse ano está sendo muito louco... milhões de desastres naturais como enchentes, queimadas, furacões, terremotos, tsunami, vulcões em erupção, seca na Amazônia...

E outros desastres nada naturais como a queda de pelo menos cinco aviões desde agosto, atentados terroristas que acontecem diarimente do outro lado do mundo, rumores de atentados em uma ponte que matam centenas (milhares?) de mulheres e crianças...

E aí eu me pergunto: o mundo sempre foi assim mas só agora começamos a ter acesso às informações rápido demais ou isso é mesmo o começo do fim?

Medo.............

Porque quando a gente começa a coçar o olho não consegue mais parar?

Quinta-feira, Outubro 20, 2005

Priceless

Coisas desagradáveis que eu tenho que fazer todo dia:

- acordar as 6h30 da manhã;
- dirigir 30km até o trabalho;
- encarar a comida do bandeijão;
- enfrentar reuniões onde nada é decidido;
- lidar com a amnésia do chefe;
- bater ponto...

Mas poder ir embora às 17h30 sem ninguém olhar feio, dirigir os 30km de volta pra São Paulo e chegar em casa em meia hora, com o sol na cabeça... não tem preço!!!

Quarta-feira, Outubro 19, 2005

Horário de verão

Eu ADORO o horário de verão! Não me importo de sair no escuro de casa, mesmo que leve um certo tempo para me acostumar. Mas a melhor coisa é sair do trabalho e ainda ver a luz do sol... horário de verão tem o poder de melhorar o meu humor. O dia pode ter sido terrível, do cão mesmo, mas se qdo eu sair conseguir ver o sol... ahhhhh aí a coisa muda.

Terça-feira, Outubro 18, 2005

Primeiro

Por onde eu começo?